Mini-RPGs baseados em Apocalypse World/Dungeon World em “Mecenato Digital”

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Depois de impelido pelo atrevimento de alguns criadores de “jogos narrativos” da nossa praça queria partilhar aqui a minha iniciativa para a criação de mini-RPGs baseados na filosofia de jogos e regras do Apocalypse World/Dungeon World (e no seguimento no trabalho que tenho desenvolvido na linha do Mundo de Masmorras) por intermédio da plataforma de “mecenato digital” do Patreon.

Espero que gostem e que se quiserem apoiem ou divulguem à vontade. 🙂

Se tiverem curiosidade de como este processo funciona por favor comentem que responderei com agrado.

Cidade Obscura, um hack do Mundo de Masmorras inspirado em Mundo das Trevas

 Capa de Cidade Obscura

Depois de algum tempo, e com uma grande ajuda do Bruno Prosaiko e do seu engenho na ilustração e diagramação, gostava de partilhar convosco o “Cidade Obscura”.

Como relato na introdução deste projeto o Cidade Obscura ‘foi desenvolvido no âmbito da Semana do Editor do RPGenesis 2013 e a sua proposta era partir de uma base comum, um hack minimalista de fantasia clássica chamado “Mundo de Masmorras”, e alterá-la e expandi-la para fazer jus a uma linha de jogos de RPG bem popular dos anos 90 que abordava como poderia ser divertido “encarnamos os monstros e não os heróis” nas nossas sessões de jogo.’

A ideia é usarem-no para num instante jogarem fantasia urbana ao estilo “uma cidade moderna cheia de conspirações sobrenaturais” mas também numa perspetiva de “jogar para ver o que acontece e até expandir as regras no processo se for preciso”. 😉

Descarreguem-no aqui: http://tinyurl.com/cidadeobscura

E desde já obrigado pelo vosso interesse e espero que gostem de o vir a experimentar.

Nova edição do Mundo de Masmorras – versão minimalista do Dungeon World

Capa do Mundo de Masmorras

Depois de algum desenvolvimento paralelo o sentido de o tornar mais claro e “pedagógico” aqui têm uma revisão do “Mundo de Masmorras”, uma adaptação para português (e com design gráfico do Julio Matos da Zeo Kang Studio) do “World of Dungeons”, ele próprio uma mini-versão do jogo de RPG “Dungeon World”.

Descarreguem-no aqui (através do Mediafire).

E desde já obrigado pelo vosso interesse e espero que gostem de o experimentar.

Edição revista do Mundo de Masmorras – versão minimalista do Dungeon World

Capa do Mundo de Masmorras

Depois de algum desenvolvimento paralelo noutros projetos aqui têm uma revisão do “Mundo de Masmorras”, uma adaptação para português do “World of Dungeons”, ele próprio uma mini-versão do jogo de RPG “Dungeon World”.

A ideia é usarem-no para num instante jogarem fantasia medieval clássica ao estilo “old school” mas também numa perspetiva de “jogar para ver o que acontece e até expandir as regras no processo se for preciso”.

Descarreguem-no aqui (através do Mediafire) ou juntamente com o restante catálogo do Zeo Kang Studio do Julio Matos (diagramador e parceiro desta iniciativa) que está igualmente disponível na loja online da Redbox Editora.

E desde já obrigado pelo vosso interesse e espero que gostem de o experimentar.

Planeta Deserto, um “hack” do Mundo de Masmorras inspirado em Dune

Capa do "Planeta Deserto" de autoria do Julio Matos

Capa do “Planeta Deserto” de autoria do Julio Matos

E aqui está, com uma grande ajuda na diagramação pelo Julio Matos do Zeokang Studio, a versão final do “Planeta Deserto“.

O “Planeta Deserto” é uma versão do mini-RPG “Mundo de Masmorras” (sendo este um hack minimalista do Dungeon World) inspirada no clássico sci-fi “Duna” de Frank Herbert e em romances de “Sword & Planet”

Espero que gostem e se divirtam com ele. 🙂

Cidade Obscura e a Semana do Editor do RPGenesis 2013

E já está enviado o “Cidade Obscura” para a Semana do Editor do RPGenesis deste ano (uma inciativa online e criação de RPGs que junta anualmente as comunidades brasileiras e portuguesas)!

O que pensei ser apenas um desafio engraçado por parte do Julio Matos e do Fabiano Saccol em transformar o “Mundo de Masmorras” (um mini-hack do Dungeon World) num “Mundo de Trevas” acabou por ser um processo bem estimulante e construtivo para mim nesta coisa do “desenhar RPGs”.

Especialmente devido ao facto de o Chico Martinelli do blog “Além da Imaginação” também se ter dedicado a fazer um hack space-opera do Mundo de Masmorras chamado “Estrelas Distantes” durante esta semana o que criou uma sinergia incrível entre estes dois esforços. 🙂

Espero que gostem então do “Cidade Obscura” e se divirtam com ele. Todo as sugestões e críticas são bem-vindas!

E se tiverem curiosidade deem uma vista de olhos no “Planeta Deserto” um hack que usa os mesmos moldes e muito inspirado no classico sci-fi “Duna” pois acabei por igualmente revê-lo e expandi-lo durante esta semana tão proveitosa.  😉

Mundo de Masmorras – versão minimalista do Dungeon World

Capa do Mundo de Masmorras

O que começou por ser uma vontade súbita de traduzir o “World of Dungeons” do John Harper, uma versão minimalista do RPG de fantasia medieval Dungeon World do Sage LaTorra e Adam Koebel (ele próprio uma adaptação Apocalypse World do Vicent Baker para um universo Dungeons & Dragons!), transformou-se neste “Mundo de Masmorras” que é si uma espécie de tradução/expansão/remistura/adaptação do original.

Com a ajuda mais que generosa do Julio Matos do ZK Studio conseguimos tornar realidade esta ideia em tempo recorde e torná-la num espécie de “RPG Expresso de Fantasia Medieval” como o Marcos Silva do maisRPG o tão prontamente batizou. Por outro lado ele até funciona como uma espécie de introdução ao Dungeon World (prestes  a ser lançado em português pela Secular Games) pois tem em essência algumas das suas ideias mais distintas.

De qualquer modo este é um pequeno documento de 12 páginas formato A5 o que permite que se o possa usar de improviso ou imprimir-se uma cópia para todos os jogadores à mesa e assim o usarem até como folha de personagem.

Folha de Personagem do Mundo de Masmorras

Podem descarregá-lo numa versão a cores ou a preto e branco.

Se vos aprouver, leiam-no, usem-no, alterem-no, reescrevam-no mas principalmente aventurem-se nos seus mistérios e tragam de volta convosco um belo saque… pois “o que interesse mesmo é o saque”. 🙂