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	<title>Sopa do RPG</title>
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	<description>Um roleplayer entre Almeirim e Santarém</description>
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		<title>Sopa do RPG</title>
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		<title>Encontro Nacional de Roleplayers &#8211; LeiriaCon 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrmariano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá!
Quem me conhece sabe que sou um daqueles chatos insistentes que gostava de ir a uma convenção de RPG lá fora ou que se começasse a organizar uma cá em Portugal
Já na LeiriaCon 2009 se levaram alguns RPGs para o Encontro Nacional e apesar de se apenas ter conseguido alguns olhares dos curiosos e de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=89&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Olá!</p>
<p>Quem me conhece sabe que sou um daqueles chatos insistentes que gostava de ir a uma convenção de RPG lá fora ou que se começasse a organizar uma cá em Portugal</p>
<p>Já na LeiriaCon 2009 se levaram alguns RPGs para o Encontro Nacional e apesar de se apenas ter conseguido alguns olhares dos curiosos e de se ter proporcionado umas primeiras experiências a alguns jovens<br />
jogadores ficou a ideia de se organizar algo melhor e mais marcante<br />
para o ano seguinte.</p>
<p>A partir deste momento todos os roleplayers que o assim quiserem<br />
estão presentemente convidados a participarem em dois dias de<br />
jogatanas de RPG e outras actividades.</p>
<p>O encontro decorrerá na Quinta do Pinheiro, dias 30 a 31 de Janeiro a<br />
partir das 10h da manhã com interrupções para o almoço e jantar,<br />
encerrando ao Domingo às 20h.</p>
<p>Venham daí as tuas sugestões e críticas para começarmos o melhor que pudermos nesta 1ª edição.</p>
<p>Vamos juntar-nos no Encontro Nacional de Roleplayers de Leiria!</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Entrevista no BEJRPG &#8211; &#8220;Bom é jogar RPG além-tejo&#8221;</title>
		<link>http://sopadorpg.wordpress.com/2009/11/09/entrevista-no-bejrpg-bom-e-jogar-rpg-alem-tejo/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrmariano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No verão fui entrevistado por uma excelente comunidade de jogadores de RPG que têm a vista a divulgação do RPG nos seus aspectos mais apelativos e positivos. Fica desde já o meu agradecimento pelo interesse demonstrado.
Segue de em seguida a entrevista que me foi feita pela Campanha BEJRPG
Foi feita a entrevista com João Mariano, um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=84&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>No verão fui entrevistado por uma excelente comunidade de jogadores de RPG que têm a vista a divulgação do RPG nos seus aspectos mais apelativos e positivos. Fica desde já o meu agradecimento pelo interesse demonstrado.</p>
<p>Segue de em seguida a entrevista que me foi feita pela <a href="http://bejrpg.ning.com/">Campanha BEJRPG</a></p>
<p><em>Foi feita a entrevista com João Mariano, um jogador e mestre de RPG de Portugal, o qual teve contato com a Campanha Bom é Jogar RPG através da internet e os parceiros aqui no Brasil, mostrando assim que além de o RPG ser um jogo sem fronteiras é também uma forma de fazer inúmeras amizades em todas as partes do mundo.</p>
<p>Qual é seu nome e idade?</p>
<p>João Mariano e tenho 30 anos de idade</p>
<p>Com que trabalhas?</p>
<p>Sou Professor de Inglês e Português</p>
<p>Como conheceu a campanha Bom é jogar RPG?</p>
<p>Bem há já uns anos que vou entrando em contacto com a cena brasileira do RPG. Comecei por descobrir a Rederpg, e daí fui seguindo para outros sites e blogues.</p>
<p>Comecei a conhecer melhor o BEJRPG através dos twitters dos autores da Paragons para qual agora colaboro e fiquei bem impressionado com a vossa reportagem em direto ao vivo durante a RPGCon (a melhor convenção organizada em menos tempo que conheço).</p>
<p>O que você espera da Campanha Bom é Jogar RPG?</p>
<p>Eu espero que a Campanha consiga divulgar o RPG no Brasil e noutros países de expressão portuguesa, como sendo uma atividade criativa, social e de baixo custo, onde a contextualização do saber possa ser aplicada de maneira não tipificada e por descoberta.</p>
<p>Em Portugal não temos problemas com a exposição nas Mídias, porque ele por cá é virtualmente desconhecido, à parte de algumas reportagens em revistas semanais ou há largos anos quando o AD&amp;D (Advanced Dungeros &amp; Dragon) foi lançado em fascículos semanais de um jornal. Por isso espero que o BEJRPG ajude a divulgá-lo também cá em Portugal como um fenômeno internacional que leva as pessoas a divertir-se usando a imaginação.</p>
<p>Então, a imprensa em Portugal é bem mais aberta e acessível ao RPG?</p>
<p>O uso das potencialidades da Web 2.0 deveria criar um precedente cá por Portugal para avançarmos na uso da redes sociais da internet e juntar todos os grupos isolados uns dos outros. Por vezes cá em Portugal joga-se um específico jogo de RPG e não RPG em geral. A imprensa em Portugal é aberta porque não conhece o RPG. Presumo que se alguma vez o RPG crescer em popularidade possa acontecer o mesmo que o que aconteceu no Brasil.</p>
<p>Se houver tentativas de divulgação organizada perante os Mídias, como já houve com os jogos de tabuleiro, não duvido que não nos dêem atenção. Os jogos de tabuleiro já foram a programas diários na televisão estatal com demonstrações e algum tempo de antena. Cá temos o problema de sermos uma pequena população de jogadores e muito fragmentada ao contrário da vossa iniciativa que demonstra ser um grupo mais coeso</p>
<p>O que estaria faltando para o RPG ser mais divulgado em Portugal?</p>
<p>Bem existem muitas teorias, as duas mais populares é que se deviam organizar mais eventos de jogo com demonstrações para mostrar o RPG como uma atividade social e gratificante e que deveria existir também um RPG em Português publicado em Portugal.</p>
<p>Eu acho que essas duas teorias dificilmente passarão à prática devido a haver poucos fãs de RPG e/ou com interesse de organizar eventos de RPG ou até comprar material nacional, mas acho também que se devia começar por algum lado.</p>
<p>Não existem editoras interessadas em publicar RPG em Portugal?</p>
<p>No momento não existem editoras interessadas, não. A Devir tem uma sucursal cá, mas não edita nada a nível nacional a não ser comics e jogos de tabuleiro.</p>
<p>Qual a dificuldade de achar material de RPG na língua portuguesa?</p>
<p>Aliás é bastante difícil até comprar e encomendar o próprio material brasileiro deles. Um exemplo é a existência de apenas duas cópias do Mundo das Trevas e Vampiro: o Réquiem na loja de Lisboa (que pelo que parece não existem em mais lado nenhum do país). No caso do material de Devir deve haver também com o custo proibitivo e dificuldades de importação que mantém esta situação</p>
<p>Quando foi o seu contato com o RPG?</p>
<p>O meu primeiro contacto? Há mais de 15 anos tinha um amigo de um amigo que jogava AD&amp;D 2ª edição e que depois de eu ter mostrado algum interesse devido a conhecer e jogar os livros das Aventuras Fantásticas da Editora Verno (Fighting Fantasy em Portugal) e os jogos de computador de aventura e RPG convidou-me para experimentar o AD&amp;D no cenário de Ravenloft. Como a sessão foi improvisada acabei por jogar com as características de uma folha de personagem copiada de um personagem do universo de Dragonlance! (risos) Joguei com um feiticeiro e tentei matar uns lobisomens e a sessão não correu muito bem mas fiquei com o &#8220;bichinho&#8221; do RPG. Mais tarde consegui pôr a mão na Caixa Vermelha de D&amp;D que tinha sido traduzida e publicada em Portugal pela Império (uma empresa que faliu pouco tempo depois) e para quem não conhece é conhecida nos Estados Unidos como a edição Metzer de 1983.</p>
<p>Daí saltei para o Shadowrun através de um livro fotocopiado (xerox) e depois experimentei Vampire: The Masquerade 2nd Edition, o ínicio do meu grande interesse pelo Mundo das Trevas, em especial o Dark Ages. O meu primeiro RPG livro comprado foi o Call of Cthulhu 4th Edition e foi uma aventura ir comprá-lo de propósito a Lisboa pois sou de Setúbal, uma cidade a 50km de distância, e a viagem de comboio de 1h30m era um grande saga para mim na altura..</p>
<p>Você e um professor, você usa ou pensa usar o RPG em suas aulas?</p>
<p>Eu tento sempre usar o RPG na aulas sempre que posso. O RPG permite, segundo Vigotzky, um teórico da psicologia e educação, uma contextualização do saber ou seja contrariar o facto de por vezes os conhecimentos serem adquirido sem um enquadramento do real devido às limitações das salas de aula.</p>
<p>Como, por exemplo, transpôr o universo das Descobertas para uma sala cheia de cadeiras e carteiras e um quadro branco (que substituíram só os pretos de ardósia há pouco tempo)? No ensino do Inglês os professores aprendem durante a sua formação, a usar a atividade do RPG mas esta passa mais pela dramatização de diálogos do que propriamente a representação e jogo.</p>
<p>Na minha opinião, num RPG os jogadores são igualmente autores e audiência, não existindo propriamente necessidade nem razão para a existência de um palco defronte de uma audiência fora da experiência de simulação e representação ou até as restrições de uma avaliação formal por observação que não estão propriamente interessadas no caráter lúdico do RPG e das suas mecânicas de negociação de input criativo.</p>
<p>Algum dos teus alunos chegou-te a perguntar o que era aquilo que eles estavam a fazer em sala de aula e posteriormente se interessou pelo RPG?</p>
<p>Sim, claro. No seguimento de um actividade que lhes propus tendo como base o RPG mostrei o Dungeon &amp; Dragons 4th Edition Basic Set e o da 3ª Edição também. Ficaram logo curiosos com a imagística de fantasia, das miniaturas e mapas. Contudo é muito difícil partir de um interesse momentâneo para uma demonstração e depois para a fundação de um grupo de jogo. Os alunos provinham de locais longe uns dos outros e tinham ir além dos seus problemas normais de acessibilidade e da existência de um conjunto de atividades que competem pela sua atenção tais como videojogos, cinema, redes sociais e tudo o mais.</p>
<p>O interessante é que a atividade que desenvolvi foi com base no trabalho do site brasileiro Narrativas Iterativas (http://narrativas.incubadora.fapesp.br/portal) que tenta trazer mais pedagogia ao RPG e vice-versa. Aliás, escrevi duas entradas no meu blogue sobre isso.</p>
<p>Que esperas para os próximos anos nesta área do RPG?</p>
<p>Bem, duas coisas principalmente: inovação no paradigma do texto de jogo e nas mecânicas. Quanto ao primeiro, posso dizer-te que sou um grande fã do novo e diferente e tenho acompanhado a (agora &#8220;velha&#8221;) nova vaga dos RPGs &#8220;indie&#8221; americanos tais como o Dogs in the Vineyard, o Primetime Adventures, o Burning Wheel e o The Shadow of Yesterday.</p>
<p>A maioria das inovações mecânicas que eles anunciaram eram técnicas que todos os MJ já usavam informalmente nas suas mesas mas nunca tinham sido introduzidas diretamente no texto de jogo. Alguns pressupostos tradicionais do RPG também foram demolidos face à experimentação por ela própria: a ausência de Mestre de Jogo num jogo onde todos têm direitos de narração criativa, a definição de terminologia tornada mecânica durante o próprio jogo e tudo o mais.</p>
<p>Eu espero que estas novas ideias (ou, pelo que parece, velhas ideias numa roupagem bem mais vistosa) que são interessantes apareçam cada vez mais nos jogos de RPG. Algumas delas já apareceram nos jogos mais vendidos tais como o Vampire: The Requiem, ou no novo D&amp;D que deixou de lado o aspecto &#8220;vamos simular tudo e mais um par de botas&#8221;. Uma coisa que espero é que o livro deixe de ser o meio de transmissão de regras. Os japoneses já andam a pôr manuais de regras na Nintendo DS num jogo em cartucho que até corre os combates pelo MJ e já se pensa em usar os novos Smartphones para fazer coisas ainda mais futuristas como usar Realidade Aumentada através da câmara de vídeo embutida. Espero que um dia as regras sejam verdadeiramente de licença aberta e os conteúdos fictícios e mais literários sejam Propriedades Intelectuais comerciais mas não as implementações inovadoras das regras que serão distribuídos gratuitamente com a possibilidade de qualquer pessoa os desenvolver.</p>
<p>Qual recado você deixa para os jogadores de RPG de hoje e a próxima geração?</p>
<p>O recado? O RPG como atividade humana lúdica e até artística nunca irá acabar mas sim transformar-se, quer isso passe por uma atividade artesanal com distribuição gratuita, por um hobby caro e de luxo só para alguns velhotes como eu ou para se transformar noutro hobby totalmente diferente como espero que o novo MMO do World of Darkness seja: um mistura de RPG de mesa e eletrônico mais perto um do outro que até então. Eu estarei cá para o jogar, ler e discutir e espero que todos vocês também o estejam. Pois uma vez que o bichinho te &#8220;morda&#8221; ele pega-te para sempre!</p>
<p>Aonde podemos te achar na grande rede?</p>
<p>Blogue pessoal em http://sopadorpg.wordpress.com<br />
Blogue onde escrevo sobre material original com o Rui Anselmo: http://ideonauta.blogspot.com<br />
Sou colaborador do http://www.abreojogo.com, o único site da comunidade portuguesa de RPG e sou colaborador do http://www.paragons.com.br.</p>
<p>Bom esta foi a entrevista com nosso amigo João Mariano que também esta aqui conosco no Bom é Jogar RPG, <a href="http://bejrpg.ning.com/profile/JoaoRafaelNunesMariano">aqui</a>.</em></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Bom é Jogar RPG &#8211; uma rede social brasileira de jogadores de RPG</title>
		<link>http://sopadorpg.wordpress.com/2009/07/22/bom-e-jogar-rpg-uma-rede-social-brasileira-de-jogadores-de-rpg/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 13:59:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrmariano</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Iniciativa]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
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		<category><![CDATA[NING]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentação do Bom É Jogar RPG, uma rede social web 2.0 que "pretende estabelecer encontros em todo o país com mestres e jogadores voluntários, criando uma rede de amigos e pessoas dispostas a se divertir de maneira saudável e respeitosa."<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=79&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Há uns meses falei no <a href="http://sopadorpg.wordpress.com/2008/11/07/redes-sociais-de-roleplayers/">blogue</a> acerca de &#8220;em como as redes sociais de jogadores de RPG afectam não só a experiência de jogar como também a disseminação e divulgação do hobby.&#8221;</p>
<p>Entretanto, de lá para cá, cheguei à conclusão de que usar a Internet na sua versão Web 2.0 para ajudar a reforçar a rede social seria demasiado complicado e precisaria de bastante organização de esforço construtivo o que incluiria alguma habilidade em marketing, design e programação.</p>
<p>Mas heis que dou conta do projecto <a href="http://bejrpg.ning.com/">Bom é Jogar RPG</a>:</p>
<blockquote><p>A campanha Bom é jogar RPG é uma iniciativa para que pessoas possam fazer amigos, se divertir e estimular a criatividade através de um jogo fantástico. Unindo cultura, interação social e entretenimento numa só campanha para todo o Brasil.</p>
<p>Participe de nossa rede social e fique informado de tudo que acontecer na campanha, faça amigos, divulgue seu grupo ou clã, ache mestres e ache jogadores.</p>
<p>A campanha Bom é jogar RPG pretende estabelecer encontros em todo o país com mestres e jogadores voluntários, criando uma rede de amigos e pessoas dispostas a se divertir de maneira saudável e respeitosa. Serão estabelecidos também: debates, campanhas sociais em escolas e ONGs e outras formas dinâmicas (online ou não) para que o RPG possa cada dia mais ter novos jogadores e ser mais reconhecido como ferramenta interessante de interação social, cultural e de diversão.</p></blockquote>
<p>Esta rede social está sedeada no <a href="http://www.ning.com/">NING</a>, um facilitador de criação de redes totalmente gratuito, e já alcança os quase 600 membros. Este tem um design elegante e simples, uma sala de chat on-line, fóruns, lista de grupos de interesse, patrocinadores (inclusive um <a href="http://bejrpg.ning.com/page/patrocine-a-campanha-bejrpg">documento de apresentação</a> para a angariação destes), reportagens em directo da RPGCon, uma convenção nacional, e até deram entrevistas a um estação de tv local.</p>
<p>Isto acontece porque o Brasil tem uma grande população de jogadores o que lhe garante muita expressividade e presença em vários media, um mercado auto-suficiente com produtos profissionais e importância e massa crítica o suficiente no mundo do hobby para ter convenções com convidados internacionais provenientes de editoras estrangeiras.</p>
<p>Contudo a exposição e dimensão que o RPG tem atraíu a atenção<br />
dos jornais e televisões que o associaram falsamente a crimes e foi catalogado como satanista por algumas igrejas. Daí o grande ímpeto desta iniciativa de harmonizar e juntar toda a comunidade de jogadores sobre a ideia de o RPG é um hobby interessante e tão pernicioso como outro qualquer.</p>
<p>Felizmente essa não é uma bandeira sob a qual temos de nos reunir aqui em Portugal. Por outro lado a ideia de divulgar um hobby pouco caro, estimulante da imaginação e capaz de criar uma socialização construtiva deveria ser o suficiente para juntarmos os diversos grupos dispersos por aí e formar uma nova sinergia.</p>
<p>Assim que for temos aqui um bom exemplo e uma mina de ideias  a copiar. Que esses tempos venham depressa. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sopadorpg.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sopadorpg.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sopadorpg.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sopadorpg.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sopadorpg.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sopadorpg.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sopadorpg.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sopadorpg.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sopadorpg.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sopadorpg.wordpress.com/79/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=79&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>RPGMob ou sessões de RPG espontâneas em lugares públicos!</title>
		<link>http://sopadorpg.wordpress.com/2009/01/13/rpgmob-ou-sessoes-de-rpg-espontaneas-em-lugares-publicos/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 16:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrmariano</dc:creator>
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		<category><![CDATA[RPGMob]]></category>

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		<description><![CDATA[...porque não seguir o exemplo dos fenómenos das flash mobs e organizar sessões espontâneas de RPG em locais públicos?<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=73&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Lamentavelmente não têm sido muitas as notícias concretas face à minha iniciativa de divulgar o RPG e recrutar novos jogadores na zona de Santarém e Almeirim.</p>
<p>Os meus alunos, depois de sensibilizados para a experiência de jogo (e espero afectados pelo potencial pedagógico da experiência) com a actividade de contextualização histórica das dificuldades linguísticas do homem primitivo em formato de jogo de RPG numa das minhas aulas e de terem tomado contacto com o D&amp;D Roleplaying Starter Set. mexendo-lhe e questionando-me ao ritmo da sua curiosidade acerca do jogo, não deram seguimento à promessa/compromisso de se jogar RPG em Santarém aos fins-de-semana.</p>
<p>As férias (escolares ou não) são realmente um maior obstáculo à divulgação do que eu inicialmente pensava! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mesmo que eu tenha descoberto a existência de um Clube de Jogadores de Magic: The Gathering em Santarém (ou seja eis que surge um novo foco de divulgação pois até jogam jogos de tabuleiro como o Carcassonne) as coisas não parecem muito promissoras.</p>
<p>Contudo, durante um almoço com um amigo meu de infância e também grande sonhador do RPG, o <a href="http://rioadentro.wordpress.com/">Jofazepa</a>, onde se puseram as novidades em dia e se discutiram novas possibilidades de iniciativa relativas aos nossos gostos pessoais, chegamos a um ideia engraçada: porque não seguir o exemplo dos fenómenos das <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flash_mob">flash mobs</a></em> (&#8220;aglomerações instantâneas de pessoas em um local público que depois de fazer uma determinada ação previamente combinada se dispersam tão rápido quanto se reuniram&#8221;) e organizar sessões espontâneas de RPG em locais públicos?</p>
<p><span id="more-73"></span></p>
<p>Em Portugal existe um problema de divulgação do <em>hobby </em>devido à rede social de <em>roleplayer </em>ser pequena ou as suas relações estarem pouco reforçadas e não se interligarem demasiado. Este facto não só não junta os jogadores já existentes entre si como também um grupo de interesses com massa crítica suficiente para criar visibilidade do potencial lúdico do RPG para quem se encaixe no perfil de entusiasta mas que nunca tenha jogado antes.</p>
<p>Por aqui costumamos divulgar os eventos ou iniciativas relativos ao roleplay àqueles que já jogam ou gostam de RPG, o que é de certo modo, &#8220;pregar aos convertidos&#8221; além de que usamos demasiado a Internet como meio de comunicação chegando assim a uma franja demasiado pequena.</p>
<p>Além disso, em especial eu e o Jofazepa (e também muito dos roleplayers activos e visíveis em Portugal devido à falta de novos jogadores), não nos podemos comprometer demasiado ou com demasiada regularidade devido a necessidades familiares ou profissionais.</p>
<p>Lembramos-nos então experimentar algo diferente relacionado com estas duas problemáticas: escolhemos uma vez por mês um local público em Lisboa cheio de gente que se distrai numa das tardes de fim-de-semana, onde iremos jogar uma sessão de um RPG que requeira pouca preparação e que permita o máximo de divertimento em pouco tempo; anunciamos o plano no blogue, por exemplo o &#8220;rpgmob.wordpress.com&#8221; onde lá estará descrito o essencial de informação pertinente e apelativa para quem quiser ir lá jogar; aparecemos lá à hora marca <em>à lá guerrilla style</em> jogamos durante 1 a 2 horas acolhendo com esclarecimentos qualquer curioso que passe; por fim cada um dos participantes, espontâneos ou recrutados <em>on-line</em>, preenchem um mini-poster que irá servir para promover o evento mas também para receber <em>feedback </em> acerca da sua experiência; depois deixa-se o mini-poster no sítio onde se jogou com informação de contacto (o nome do blogue, por exemplo) no próprio sítio onde se jogou numa mistura de &#8220;<em>RPGMob was here</em>!&#8221; com <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bookcrossing">BookCrossing</a></em>; o ciclo repete-se um mês depois e escolhe-se novo RPG e assim por adiante até à exaustão.</p>
<p>É uma ideia diferente mas que em teoria irá dar-me muito gozo e estímulo em realizá-la. Assim que criarmos o blogue com o primeiro &#8220;alvo&#8221; vou anunciá-lo aqui. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sopadorpg.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sopadorpg.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sopadorpg.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sopadorpg.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sopadorpg.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sopadorpg.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sopadorpg.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sopadorpg.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sopadorpg.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sopadorpg.wordpress.com/73/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=73&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>As versões introdutórias do Dungeon &amp; Dragons podem atrair novos jogadores de RPG?</title>
		<link>http://sopadorpg.wordpress.com/2008/12/05/as-versoes-introdutorias-do-dungeon-dragons-podem-atrair-novos-jogadores-de-rpg/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 15:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrmariano</dc:creator>
				<category><![CDATA[D&D]]></category>
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		<category><![CDATA[Wizards of the Coast]]></category>
		<category><![CDATA[World of Warcraft]]></category>

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		<description><![CDATA[Acerca do uso de duas caixas introdutórias de D&#38;D diante de potenciais jogadores para estabelecer novos contactos e garantir mais gente no hobby do RPG.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=63&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Depois de sensibilizar os meus formandos a um tipo de actividade lúdica diferente do habitual mesmo que esta estivesse envolta de pedagogia, o tal jogo de interpretação de personagens que organizamos e onde os meus “jogadores-formandos” representaram os papéis de homens primitivos possuidores de um vocabulário reduzido e com um grave de problema de sobrevivência, a porta estava aberta para que eu lhes mostrasse o roleplay sob outra forma, esta mais lúdica que pedagógica: decidi mostrar-lhes duas versões introdutórias da grande referência dos RPGs de mesa (tanto histórica como presente) que é o <a href="http://http://www.wizards.com/default.asp?x=dnd/welcome">Dungeon &amp; Dragons</a> da <a href="http://www.wizards.com/">Wizards of the Coast</a>!</p>
<p><span id="more-63"></span></p>
<p>Tenho em minha posse a versão introdutória da edição 3.0 do jogo, o D&amp;D Basic Game, e o recém-editado <a href="http://www.wizards.com/default.asp?x=products/dndacc/217120000">D&amp;D Roleplaying Game Starter Set</a>, baseado na 4ª edição,  duas caixas cheias de material, fichas de personagem, dados, mapas, secções e salas da masmorra em cartão, e pequenos folhetos ou brochuras. O propósito inicial das duas, pelo que tenho lido por aí, sempre foi de estas serem uma alternativa barata mas limitada à introdução dos roleplaying games e ao D&amp;D através do uso do conjunto dos três livros básicos de jogo, <a href="http://www.wizards.com/default.asp?x=products/dndacc/217367200">Player&#8217;s Handbook</a>, <a href="http://www.wizards.com/default.asp?x=products/dndacc/217507200">Dungeon Master&#8217;s Guide</a> e o <a href="http://www.wizards.com/default.asp?x=products/dndacc/217207200">Monster Manual</a>, que exceptuando esta ou aquela promoção são no conjunto muito caros, por volta de  65 euros. As duas versões têm entre si algumas diferenças apesar do preço se manter na mesma reduzido: comprei a 3.0 na <a href="http://www.amazon.com">Amazon</a> por cerca de 15 euros e a 4.0 comprei-a na loja <a href="http://www.pai.pt/detailssearch.ds?detailsListingId=y:PT_89489538_9999_6__4&amp;tab=">Tema</a> do Colombo por cerca de 18 euros. Contando que se passaram uns anitos desde a primeira compra, o advento da pseudo-crises económicas e o facto que as lojas físicas terem de aplicar preços mais caros, o preço é quase o mesmo.</p>
<p>Além das diferenças de regras entre si, pois o jogo evoluiu nesta nova edição de modo no sentido de permitir uma experiência de jogo mais focada na acção táctica com uma roupagem de high-fantasy quasi-medieval e incluem raças e classes de jogo diferentes, existem diferenças entre as duas caixas introdutórias. A primeira caixa de que falei inclui 16 miniaturas, que incluem as dos jogadores e os monstros usados na aventura pronta-a-jogar, fichas dos personagens pré-construídos que até ilustra os dados que se vão usar!, um folheto com as regras básicas para se começar a jogar e um manual de regras avançado que permite criar personagens que sejam da classe e raça dos personagens pré-construídos até ao terceiro nível e inclui a tal aventura pré-escrita e os monstros nelas listados. A segunda inclui marcadores de cartão para os monstros do seu “mini-manual” de monstros e as cinco personagens pré-construídas, também um folheto com as regras básicas para se começar a jogar e um “mini-manual” de Mestre de Jogo que não permite a criação de novos personagens mas apresenta uma mini-aventura composta por três encontros (ou seja situações de conflito entre os personagens e a o mundo perigoso onde vivem). Por outro lado possui informação pertinente para se criar novos encontros usando quase todos os monstros adequados aos três primeiros níveis dos personagens como também usando armadilhas, desafios de perícia que não sejam bélicos e outros conselhos úteis de criação de cenários de acção vibrante e atribuição de recompensas e por isso não duvido que a jogabilidade seja grande. É de notar contudo que a escolhas de evolução dos personagens já está pré-delineada e poderá ser um detractivo para jogadores mais experientes.</p>
<p>Contudo muitos destes pormenores que enunciei e alguns deles bastante atractivos para os conhecedores escapam aos futuros jogadores de RPG que estou a tentar inserir na rede social de roleplayers. Como por exemplo o facto de que a nova caixa introdutória não trazer miniaturas, o que de certo modo vai ao encontro da nova estratégia de venda de miniaturas de D&amp;D da Wizards que inclui pacotes semi-aleatórios com miniaturas à vista do consumidor. Não querendo falhar muito na minha aproximação não arrisquei muito e levei as duas caixas.<br />
Os meus formandos em geral ficaram bastante maravilhados com o jogo: o detalhe e postura heróica (ou ameaçadora!) das miniaturas, os <em>tiles</em> (os tais cartões representativos do espaço imaginário de jogo) e as ilustrações sugestiva do manuais de jogo “venderam” muito bem a ideia do jogo. Anteriormente já lhes tinha mostrado um grande pilha de dados com várias formas que possuo (além de que criaram um d6 em cartão de propósito e de sua própria iniciativa para jogar a actividade dos homens da cavernas) e por isso já estavam familiarizados com os dados monocromáticos das caixas. Dois ou três deles estão interessados em jogar e conhecem este ou aquele amigo que pode ser também trazido para a mesa de jogo. Um dos meus formandos é jogador compulsivo de <a href="http://www.worldofwarcraft.com/index.xml">World of Warcraft</a> e como era de esperar o Dungeon &amp; Dragons encontrou eco naquele sua actividade dos tempos livres ficando limitado o seu entusiasmo pelas imediatas comparações com esse MMORPG que é um fenómeno à escala mundial.</p>
<p>Claro que não será fácil transformar esse entusiasmo num conjunto de sessões de D&amp;D e numa possível continuidade de apego ao hobby já de maneira autónoma. A prática de jogo pode não corresponder às expectativas por diversos factores: sendo jovens adultos em percurso formativo os tempo disponível para outros hobbies já instituídos já é por si muito pouco (combinou-se em experimentarmos nas férias do Natal por exemplo e não aos fins-de-semana como eu estava a pensar originalmente), a edição ser em inglês que algum deles não dominam e até a especificidade da actividade criativa colectiva que é o roleplay aliada à aprendizagem de novas regras e condutas.</p>
<p>Contundo, foi mais uma pequena iniciativa, tipicamente<em> show &amp; tell</em> à americana, que me surpreendeu pela positiva. Irei começar a aprender a 4ª edição com os próprios novatos apesar de ter começado com a 2ª AD&amp;D e ter jogado um pouco da 3ª com a caixa que comprei e um pouco de da 3.5 no universo de Dark Sun na sua versão incluída na Dragon Magazine. Vou tentar usar as miniaturas do Basica Game  dentro possível nos encontros já descritos da Starter Set além dos <em>counters</em> (ou marcadores), e se possível converter toda a grande aventura contida no Basic, que inclui um confronto infernal com um Dragão de Cobre! Espero fazer umas 4-5 sessões emocionantes com um ritmo infernal para depois levar os bravos novatos para outros vôos!</p>
<p>Para não falar do grande entusiasmo que alguns mostraram em jogar uma campanha baseada no animé shonen Naruto usando as regras do RPG brasileiro <a href="http://www.jamboeditora.com.br/editora/3d&amp;t-ma.php">3D&amp;T</a> (roleplay de animé e mangá de acção!)  e para o qual irei usar de quase de certeza o material desenvolvido pelo Felippe Melo que está a ser publicado pelo <a href="http://www.inominattus.com/">Armageddon</a> no blogue <a href="http://www.inominattus.com/">Inominattus</a>. Mas disso falarei na próxima entrada do blogue.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sopadorpg.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sopadorpg.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sopadorpg.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sopadorpg.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sopadorpg.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sopadorpg.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sopadorpg.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sopadorpg.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sopadorpg.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sopadorpg.wordpress.com/63/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=63&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Novo blogue, nova viagem!</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 17:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrmariano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das ideias que tinha pensado para pôr em prática no Sopa do RPG era a produção de materiais originais de introdução ao RPG em língua portuguesa baseados nos poucos RPGs na nossa língua quase disponíveis no mercado. Eventualmente iria postar aqui algumas apresentações/apreciações do Mundo das Trevas e Vampiro: o Requiém da Devir (edição [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=59&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Uma das ideias que tinha pensado para pôr em prática no Sopa do RPG era a produção de materiais originais de introdução ao RPG em língua portuguesa baseados nos poucos RPGs na nossa língua quase disponíveis no mercado. Eventualmente iria postar aqui algumas apresentações/apreciações do <a href="http://www.devir.com.br/rpg/mt_00.php">Mundo das Trevas e Vampiro: o Requiém</a> da Devir (edição brasileira do jogos de terror misterioso e gótico da americana White Wolf), do <a href="http://www.jamboeditora.com.br/editora/3d&amp;t-ma.php">Manual 3D&amp;T Alpha</a> (RPG brasileiro de animé/mangá de acção!) e o modo como as ia usar para atrair novos jogadores e garantir a sua participação na rede de <em>roleplayers</em>.</p>
<p>Entretanto, os meus planos mudaram com ajuda do Rui Anselmo. Finalmente decidimos criar um blogue onde possamos desenvolver e publicar, de maneira gratuita, as nossas ideias para novos materiais de RPG. O blogue é recente e está localizado também no serviço da WordPress, em <a href="http://ideonauta.wordpress.com">ideonauta.wordpress.com</a>. Não tem nada de interessante a apresentar por enquanto mas acho que já a partir de quarta-feira será publicado a primeira secção do Sistema Solar, a edição portuguesa da versão genérica (<a href="http://www.arkenstonepublishing.net/solarsystem">Solar System</a>) do sistema de regras do <a href="http://crngames.com/the_shadow_of_yesterday/index">The Shadow of Yesterday</a> em licença aberta Creative Commons desenvolvida e escrita pelo finlandês Eero Tuovinen. Não será único jogo para o qual se irá produzir material pois não pensamos previlegiar nenhuma filosofia ou estilo de jogo em especial. Já discutiu a possibilidade de escrever algo para o True20, Mundo das Trevas, e 3D&amp;T respeitando os direitos dos seus autores e até a criação de jogos originais.</p>
<p>Até lá, acompanha-nos numa viagem pelo ideoportos do ideoespaço! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sopadorpg.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sopadorpg.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sopadorpg.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sopadorpg.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sopadorpg.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sopadorpg.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sopadorpg.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sopadorpg.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sopadorpg.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sopadorpg.wordpress.com/59/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=59&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Roleplay envolto em Pedagogia</title>
		<link>http://sopadorpg.wordpress.com/2008/11/25/roleplay-envolto-em-pedagogia/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 16:54:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrmariano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iniciativa]]></category>
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		<category><![CDATA[Lobisomens d'Aldeia Velha]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra d'Og]]></category>

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		<description><![CDATA[Tal como referi no artigo anterior, desenvolvi no âmbito do módulo Viver em Português (cujo programa mistura Língua Portuguesa, História e Cultura de uma maneira abrangente) uma actividade de Roleplaying com uma boa dose de Gaming.

Numa oportunidade interesseira, pois também era meu propósito divulgar dissimuladamente este tipo de lazer para tentar encontrar mais jogadores na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=51&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Tal como referi no artigo anterior, desenvolvi no âmbito do módulo Viver em Português (cujo programa mistura Língua Portuguesa, História e Cultura de uma maneira abrangente) uma actividade de Roleplaying com uma boa dose de Gaming.</p>
<p><span id="more-51"></span></p>
<p>Numa oportunidade interesseira, pois também era meu propósito divulgar dissimuladamente este tipo de lazer para tentar encontrar mais jogadores na zona de Santarém, organizei os meus formandos em grupos de dois e distribui-lhes os papéis de homens pré-históricos da era do degelo. Cada um deles tinha uma habilidade especial (ser forte, fazer fogo, agilidade, etc.) e um vocabulário restrito escolhido de entre uma lista limitada de 50 palavras. De certo modo criaram/recriaram cada personagem escolhendo os atributos (o vocabulário limitado que os seus homens primitivos podiam usar além de gestos) e inventando mais alguns maneirismos e descrição física dos mesmos.</p>
<p>A actividade já estava delineada e as situações apresentadas já estavam pré-escritas. Uma crise assolava a tribo, a comida escasseava e a madeira também. Uma tempestade de neve na noite anterior   cobria a montanha onde se localizava o refúgio cavernoso da tribo. O mais respeitável ancião da tribo vira-se para os jovens caçadores e diz: &#8220;Madeira Fogo Ir&#8221; gesticulando devagar e em sofrimento. O que é que fariam os oito jovens adultos pré-históricos? Que desafios e peripécias iriam enfrentar?</p>
<p>Confrontados com a necessidade de se organizarem alguns dos formandos tomaram iniciativa e fez-se um sorteio dos personagens, uma velha forma de trazer imparcialidade e profissionalismo à organização dos grupo de trabalhos na escola. Mas de qualquer modo a receptividade à ideia da actividade foi heterogénea. Alguns mostraram-se entusiasmados, outros mostraram-se duvidosos, e um deles voluntariou-se para tomar o papel de narrador da estória. Como nunca tinham experimentado este tipo de actividade fui mais cauteloso e deleguei nesse aluno voluntarioso a responsabilidade co-narração da estória fornecendo-lhe os materiais necessários e algumas indicações. Face à perspectiva de ser uma actividade lúdica que envolve aleatoridade, uns formandos até fabricaram um d6!</p>
<p>Sendo um grupo de jogo grande (16 formandos representando 8 personagens) e terem naturalmente dificuldade em organizar a contribuição para a actividade pois falavam efectivamente todos ao mesmo tempo e aliado ao facto de um dos personagens ter a habilidade de fazer pinturas rupestres ou desenhos no chão e regularmente deslocar-se ao quadro branco, por vezes a participação e o andamento da actividade era um pouco confusa e cansativa.</p>
<p>Contudo a pequena estória que envolvia conflitos com tigres dentes-de-sabre, rios difíceis de atravessar e mamutes presos num buraco conseguiu ser jogada em 4 horas com intervalos. Alguns mas poucos formados aborreceram-se e o meu co-narrador, apesar de eu ter sempre aproveitados todas as suas ideias e narrações, esmoreceu na segunda metade da actividade.</p>
<p>As descrições e relatos dos formandos não eram bastante vívidas e coloridas, cabendo-me a mim dar-lhe um pouco de vivacidade e uma boa dose de risco. Memoráveis foram as trapalhadas frutíferas do homem primitivo que apenas possuía uma bela dose de sorte diabólica como habilidade principal. Contudo a dificuldade que tinham em comunicar conceitos mais abstractos e planos conjuntos de acção usando um vocabulário reduzido foram muito interessantes para a contextualização de como poderá ter acontecido a evolução da língua a partir de sons perceptíveis usados entre homens primitivos, o que foi complementado por mim no fim da sessão numa espécie de resumo.</p>
<p>O interessante também foi a frustração de alguns face aos conflitos físicos entre homens primitivos e animais perigosos. A actividade não tinha regras específicas quanto ao sucesso ou insucesso dos ataques de lança e moca. Apenas cobriam o efeito de um dos homens ter sido mordido, o que lhe prejudicava aleatoriamente as acções sucedâneas que tentassem executar. Mas o facto de terem sido mordidos ou não era decidido por mim tendo em conta a necessidade da estória e de ilustração do perigo que eram os animais selvagens para a integridade física dos membros da tribo. Alguns formandos ressentiam, sem verbalizarem, a minha manipulação por detrás das cenas como narrador.</p>
<p>Quando acabamos a maioria gostou muito da actividade e mostrou vontade em repetir uma experiência semelhante. O terem jogado Lobisomens d&#8217;Aldeia Velha numa sessão anterior garantiu definitivamente para esse entusiasmo e para não rejeitarem de antemão esta nova experiência. Esta actividade em particular garantiu o sucesso da minha mais recente abordagem: mostrar o Basic Starter Set de Dungeons &amp; Dragons. Mas sobre isso falo depois.</p>
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		<title>Quem é o Homo Ludus Personae?</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 23:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrmariano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tentativa de definição do Roleplayer e do seu perfil, características e limites.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=43&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Uma das dúvidas que me assolou depois de pensar no último post e que foi confirmado na resposta a um comentário à publicação duplicada na comunidade on-line <a href="http://www.abreojogo.com/" target="_blank">Abre o Jogo</a>, o tal acerca das Redes Sociais de Roleplayers, foi quem será efectivamente essa espécie rara de gamer, o Roleplayer?</p>
<p><span id="more-43"></span></p>
<p>Ao contrário das outras espécies de gamers, de boardgamers a wargamers e tudo o resto que nem me atrevo sequer a tentar enumerar exaustivamente, os roleplayers são poucos e obscuros. Houve quem alguma vez tenha escrito na <a href="http://www.rpg.net/" target="_blank">rpg.net</a> que o número de roleplayers na América seria igual aos apreciadores de Ópera ao Vivo, ou seja para aí 1% da população. Se tal fosse o caso em Portugal teríamos, de entre os 10 milhões de habitantes, 1000 jogadores prováveis pertencentes à tal rede. Eu pessoalmente já entrei em contacto com uns 20-30 desde que jogo e sei que existem pouco mais que esses em Portugal devido aos registos feitos no Abre o Jogo e informações em segunda-mão. Então onde estão os outros cerca de 900?</p>
<p>Realmente existem outros condicionantes que limitam em muito esse número optimista, além do facto da maioria dos grupos de jogos não terem presença visível na Internet porque não têm esse interesse ou inclinação.</p>
<p>Acho que a condicionante principal para um número reduzido é a natureza própria do <em>Homo Ludus Personae</em>. Salvo excepções (e existem sempre excepções), o roleplayer pertence a uma cidade grande ou com forte tecido urbano, num espaço que não lhe providencia muitas actividades ao ar-livre ou onde os hábitos de “brincadeira” são mais domésticos devido à falta da presença parental durante o dia ou à falta de confiança na segurança do ambiente exterior. Devido também a este facto consome muita literatura e filmes num espaço privado e demonstra um à-vontade com o inglês de quem já convive com ele há muito tempo onde a maioria dos jogos que joga se baseiam ou tentam emular pois o sempre tiveram como público-alvo. Tem tendências artísticas ou de criação literária e sente-se à vontade em partilhar as suas ideias em público e submetê-las aos escrutínio do seu grupo de amigos ou de pessoas que partilham os seus gostos. Gosta de uma actividade com pontos de contactos abstractos e cuja experiência não é replicável e mensurável ou até passível de crítica profunda dos seus pares além do seu grupo restrito jogadores/amigos. Tem um &#8220;vencimento dispensável” que decide gastar em livros caros e acessórios de jogo que não têm utilidade facilmente reconhecível pelos seus pares. Dentro de todos os possíveis meios de entretenimento imediatos, visíveis e acessíveis decide-se dedicar a um que lhe consome três a quatro horas semanais fixas, normalmente aos fins-de-semana, que depende da presença comprometida de um grupo específico de pessoas e que depende demasiado das ideias e estado de espírito desses participantes.</p>
<p>E estas são só algumas das características do roleplayers que encontrei por aí, no meu caminho. Provavelmente existe ainda este ou aquele aspecto de uma das características que enumerei que é passível de ser discutido. Mas mesmo assim, não admira que hajam poucos roleplayers! São mesmo poucas as pessoas que se encaixam neste perfil que mal defini…</p>
<p>Ainda hoje orientei a actividade que referi anteriormente com os meus alunos: uma sessão/estória completa de RPG, durante cerca de 3 horas, baseada na “<a href="http://www.devir.com.br/rpg/terra_og.php" target="_blank">Terra de Og</a>&#8221; da <a href="http://www.devir.com.br/">Devir</a> (&#8220;<a href="http://wingnutgames.com/landofog.htm">Land of Og</a>&#8221; da <a href="http://wingnutgames.com/" target="_blank">Wingnut Games</a>) e desenvolvida pelo grupo de pensadores brasileiros de RPG, <a href="http://narrativas.incubadora.fapesp.br/portal" target="_blank">Narrativas Iterativas</a>.</p>
<p>O objectivo era fazê-los contextualizar o conhecimento que lhes foi transmitido sobre a vida do homem pré-histórico e da origem da formação das línguas humanas. Claro que o cenário proposto pela actividade não era de uma grande exactidão científica (o seu foco original era o ensino de Língua Inglesa) mas dava-lhes alguns pontos de contacto com o universo fictício que eram tanto imediatos como divertidos.</p>
<p>A maioria da turma participou entusiasticamente com gestos e uso criativo de palavras e acções tendo em conta resolver as situações problemáticas propostas. Contudo menos de um quarto desinteressou-se ou participou pouco. Um dos alunos era “co-narrador” a par do professor e o seu entusiasmo esmoreceu igualmente na segunda parte. Esta actividade usava regras muito simples e apesar de ter apenas uma habilidade especial por cada homem pré-histórico (poder fazer pinturas rupestres, dar saltos longos, conseguir fazer fogo, etc.) e um conjunto de 8 palavras conhecidas retiradas de uma lista de 50 (14 palavras para o membro mais inteligente da tribo e sua habilidade especial) que efectivamente constituíam a totalidade da ficha de personagem, duvido que um jogo com mais regras que este atraísse tanto a dedicação de todos. Em conversas paralelas sobre a origem da actividade apenas um ou dois ficaram mais interessados mas sem nada de definitivo combinado. E isto num “mercado” virgem de potenciais jogadores sem referências anteriores ou necessidade de compromisso a não ser o actividade imediata.</p>
<p>Talvez seja preciso aceitar mesmo que o número potencial de jogadores RPG será sempre reduzido e sempre em proporção com o tamanho da população já existente. Mesmo que a literacia, influxo de cultura pop e “vencimento dispensável” soba ou desça, este facto é uma constante. O que de certo modo só torna mais importante o reforçar dos “nós” da rede social de roleplayers.</p>
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		<title>Redes Sociais de Roleplayers</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 00:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrmariano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sobre as redes sociais de roleplayers, a sua natureza, as suas limitações e a procura de meios de comunicação novos.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=36&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Depois de ler algumas coisas sobre <a title="Artigo da Wikipédia sobre Redes Sociais" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_network" target="_blank">Redes Sociais</a> pensei em como as redes sociais de jogadores de RPG afectam não só a experiência de jogar como também a disseminação e divulgação do hobby.</p>
<p><span id="more-36"></span></p>
<p>A teoria diz que os grupos de pessoas e a sua transmissão de ideias, confiança e afinidades pode ser comparada a uma rede em que cada um das pessoas é um &#8220;nó&#8221; que se liga a vários outros &#8220;nós&#8221; fazendo-se mostrar como sendo uma tapeçaria em forma de comunidade.</p>
<p>E como é que isto se relaciona com o RPG?</p>
<p>Bem acho que para alguns, os roleplayers, enquanto comunidade de jogadores de RPG (quer sejam mestres de jogo ou jogadores de personagens) assemelha-se mais a um caldo primordial de células que esbarram de vez em quando umas nas outras e de vez em quando criam seres pluricelulares. Considerando o Mestre de Jogo o núcleo da célula pois os demais jogadores do grupo de jogo gravitam à sua volta, &#8220;atraídos&#8221; por uma historial de jogo que em muitos casos é maior que a soma das experiências colectivas de jogo e centrado na autoridade criativa do mestre atribuída pelos restantes bem que esta analogia até possa fazer sentido. Complementando o facto de que a experiência de jogo ser única para cada grupo e de difícil de comparar entre grupos de jogos mesmo quando jogam o mesmo RPG não é difícil de perceber que a diferença entre &#8220;nós&#8221; da rede não crie comunidades maiores e mais permanentes, as &#8220;espirogiras&#8221; da metáfora.</p>
<p>Contudo se considerarmos os roleplayers como fãs de RPG em todos os sentidos e não só como elementos de grupos de jogo semelhantes aos que descrevi, cuja orgânica seja originária da natureza do jogo que jogam ou de outros factores (maior conhecimento de causa de um dos jogador face aos outros, responsabilização selectiva da capacidade de entretenimento, dinâmica social, etc.) a imagem que nos é relatada pela teoria da Rede Social assenta que nem uma luva. <strong>A questão é como ligar todos os nós entre si e maximizar estas ligações de maneira a criar uma comunidade que cresça de maneira sustentada e sem grandes custos de modo a que eventualmente abranja a cidade onde moro, Almeirim, e me permita ter um grupo de jogadores à disposição.</strong></p>
<p>A primeira hipótese é a Internet 2.0, e o seu potencial de troca de conteúdos, com redes sociais já bem estabelecidas no domínio público tais como o <a href="http://www.hi5.com/" target="_blank">Hi5</a>, <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>, <a href="http://www.myspace.com/">MySpace</a>, e tal. Nesse sentido decidi reforçar a minha presença na Internet como roleplayer criando grupos de interesse de RPG a nível nacional nessas redes ou postando anúncios acerca da minha disponibilidade e interesse em jogar ou explicar em grupos locais mas sem foco definido (tipo o grupo “Almeirim” no Hi5). Sei que sem grandes referências e explicações do que raios é o RPG e com a inevitabilidade deste ser interpretado como um CRPG (Computer Roleplaying Game) ou um MMORPG vai ser mais difícil converter o meu esforço em jogatanas efectivas.</p>
<p>Já há uns quantos anos que sou colaborador activo de uma comunidade on-line portuguesa de RPGs e Boardgames, o <a href="http://www.abreojogo.com/">Abre o Jogo</a>. Esta comunidade usa a plataforma <a title="Drupal Homepgae" href="http://drupal.org/" target="_blank">Drupal</a>, baseia-se nestes princípios do 2.0 e contribuiu muito para a troca de ideias e contactos entre roleplayers o que culminou em encontros públicos e alguma iniciativas de sensibilização ou criação de novos grupos. Por outro lado o que Abre o Jogo me tem mostrado e depois constatei noutro site ainda maior sobre o RPG, o <a title="rpg.net homepage" href="http://www.rpg.net/" target="_blank">RPG.net</a> é que a pequena percentagem de roleplayers que contribuem em fóruns e tal é ela própria uma fracção marginal de todos os roleplayers. Depois de inquiridos num thread sobre quantos elementos do seu grupo de jogo eram membros activos na internet a maioria dos utilizadores eram os únicos a fazê-lo. O site do Abre o Jogo já me o havia demonstrado exactamente isso desde que comparei mentalmente a lista de membros que são roleplayers e os restantes jogadores de RPG que conheço que não participam no site mesmo conhecendo-o ou não.</p>
<p>A Internet tem um grande potencial de aproximação mas não pode ser a única opção pois é apenas mais um meio de comunicação, uma espécie de passa-palavra (&#8220;bate-boca&#8221;) glorificado, com direito a alguma distorção e &#8220;ruído&#8221; se efectivamente tivermos em conta a tensão causada entre ideias diferentes na sua dinâmica social muito própria. Tudo na internet é elevado à 22ª casa!</p>
<p>Mas as ideias replicam-se e espalham-se e espero que quando estas são postas em prática o acto de jogar RPG (quer tenha em vista o entretenimento sublime ou não) também o seja fácil de replicar e ganhar vida própria. Vou tentar não só mostrar o RPG ao máximo possível de pessoas desta zona que se mostre interessada (sei que nunca serão sempre muitas pois o &#8220;espécime&#8221; roleplayer é um animal muito específico e isso será tema de outra entrada neste blogue) como também de maneira rápida e sem grande compromisso pô-las a jogá-lo mesmo que não o conheçam ou sequer tenham consciência do que o estão a jogar.</p>
<p>Vítimas insuspeitas desta conspiração serão os meus alunos que numa actividade pedagógica irão experimentar algo sugerido no interessante site brasileiro <a title="Portal do projecto &quot;Narratibas Iterativas&quot;" href="http://narrativas.incubadora.fapesp.br/portal" target="_blank">Narrativas Interativas e Construção de Conhecimento</a> (site acerca do &#8220;desenvolvimento de materiais didático-culturais a partir da sistematização de conhecimentos em formas interativas de exposição.&#8221;). Esta actividade, baseada no RPG &#8220;<a title="Site de &quot;Terra de Og&quot; da Devir" href="http://www.devir.com.br/rpg/terra_og.php" target="_blank">Terra de Og</a>&#8221; editado pela <a title="Site da Devir brasileira" href="http://www.devir.com.br/" target="_blank">Devir</a> (o original é o &#8220;<a title="Land of Og homepage" href="http://www.wingnutgames.com/landofog.htm" target="_blank">Land of Og</a>&#8221; da <a href="http://www.wingnutgames.com/">Wingnut Games</a>) levará os meus alunos a representarem os papéis de homem pré-históricos do altura do degelo que acabaram de descobrir a linguagem e usando o número limitado de palavras teram de cooperar para superar vários obstáculos. Pretendo não só reforçar a aprendizagem contextualizada dos conteúdos relacionados com as origens históricas e antropológicas da linguagem humana como também proporcionar-lhes uma experiência lúdica que os apresente à ideia do RPG mesmo sem a formalizá-la.</p>
<p>Logo postarei os resultados dessa e outras iniciativas. A ver&#8230;</p>
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		<title>Vai algo quentinho para esta alma de roleplayer?</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 16:54:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não sei se é do tempo frio ou de estar a ficar mais velho mas sinto uma forte resistência a sair do meu novo lar, a cidade ribatejana de Almeirim, para demorar uma hora em transportes até Lisboa. A capital é já há um tempo a minha base de operações em tudo o que tenha a ver com RPGs e gaming [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sopadorpg.wordpress.com&blog=5405218&post=1&subd=sopadorpg&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Não sei se é do tempo frio ou de estar a ficar mais velho mas sinto uma forte resistência a sair do meu novo lar, a cidade ribatejana de Almeirim, para demorar uma hora em transportes até Lisboa. A capital é já há um tempo a minha base de operações em tudo o que tenha a ver com RPGs e gaming em geral. É lá que tenho um certo número pessoas com quem tento jogar com melhores e piores resultados, muitos deles derivados da minha própria inconstância e desejo de novidade mas principalmente dependentes de questões logísticas  de quem sempre fez 50-100 km para ir jogar RPG. Questões como as de duração e horários de transporte, possibilidade de dormida e a delicadeza da minha diplomacia romântica são obstáculos estranhamente constrangedores para quem só quer divertir-se e usar a imaginação em público regularmente.</p>
<p>Daí que, e motivado por um comentário do Nume Finório, autor brasileiro do blogue <a title=".20" href="http://www.dot20.com.br/" target="_blank">.20</a>, em como devia eu próprio pôr mãos à obra para iniciar a revolução rpgística em Almeirim, uma cidade pequena perto de uma cidade grande, Santarém, que segundo consto, não têm nenhum jogador de RPG além mim, decidi fazer algo! Esse &#8220;algo&#8221; passa por um conjunto de iniciativas e esforços no sentido de criar uma rede social que se traduza na criação de um ou mais grupos de jogo.</p>
<p>Neste blogue vou falar do  sucesso ou insucesso destas iniciativas, nas razões porque as tento realizar e do modo como acho seja possível realizá-las. Vou escrever acerca de outros pensamentos soltos sobre os roleplaying games que leio ou das várias notícias que me chegam sobre o hobby do RPG.</p>
<p>Por isso, escolham sempre uma divisão bem acolhedora e um assento confortável e consumam sempre uma dose reconfortante de RPG na companhia deste blogue. Sejam benvindos e tenham uma boa estadia.</p>
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